Primeira Liga há 2 meses

Marco Silva aborda gestão de Sudakov e Schjelderup: «São decisões minhas, não tenho de explicá-las»

Na antevisão da visita ao Moreirense, o treinador do Benfica explicou o momento de Andreas Schjelderup e recusou alongar-se sobre a situação de Georgiy Sudakov.
Marco Silva aborda gestão de Sudakov e Schjelderup: «São decisões minhas, não tenho de explicá-las»
Foto: Marco Silva / SL Benfica

Na conferência de imprensa de antevisão à deslocação ao reduto do Moreirense, em jogo a contar para a 3.ª jornada da Liga Portugal Betclic, Marco Silva foi confrontado com as opções tomadas relativamente a Heorhiy Sudakov e Andreas Schjelderup. O técnico dos encarnados esclareceu a situação de ambos, rejeitando comparações diretas e vincando a autonomia das suas escolhas.

«Não podemos comparar, não são jogadores da mesma posição, para um jogar o outro não tem de sair. Podem jogar os dois na equipa», começou por salientar Marco Silva, antes de aprofundar o momento de Schjelderup. O internacional norueguês tem vindo a somar pontos com as suas exibições recentes e mereceu elogios do treinador: «Que o Schjelderup me tem dado bons sinais é uma realidade e concordo, ele sabe o quão satisfeito fiquei com a entrada dele no último jogo. Estamos a ver aquele jogador que eu disse que era fundamental para nós e de quem aprecio as qualidades.»

O técnico encarnado justificou ainda o tempo necessário para o extremo atingir a melhor forma após os compromissos internacionais. «Quando chegou do Mundial não estava no seu melhor, demorou um pouco a chegar ao nível em que está, estou muito satisfeito. Percebo que só jogou um jogo a titular, mas mesmo não o demonstrando nas minhas decisões, para mim é um titular da equipa do Benfica. Tem de lutar pelo seu espaço, como todos», referiu.

Já quando o tema se virou para Sudakov e o rendimento do médio ucraniano, Marco Silva optou por travar a discussão pública em torno das escolhas técnicas. «Percebo a questão do Sudakov, são sinais e decisões minhas, não tenho de explicá-las todas e não vou explicar, senão daria azo a muita conversa e a mim não me interessa nada. São sinais como o Tomás me dá, como dá o Lenglet, o Pavlidis e outros. Guardo para nós e prefiro que os jogadores saibam do que estar a dar azo a muita conversa», rematou o comandante das águias.

Baseado em: A Bola Benfica

Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do É Golo

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