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Riquelme reage ao adeus de Messi à seleção argentina: «Temos de dar-lhe carinho e amor»

O presidente do Boca Juniors e antigo companheiro de equipa de Lionel Messi elogiou o legado do capitão na seleção argentina e defendeu que o astro merece agora desfrutar do futebol sem pressões.
Riquelme reage ao adeus de Messi à seleção argentina: «Temos de dar-lhe carinho e amor»

Em declarações prestadas ao canal argentino TyC Sports, Juan Román Riquelme abordou a despedida de Lionel Messi da seleção nacional da Argentina, deixando rasgados elogios ao antigo colega de balneário e sublinhando que os adeptos têm agora a obrigação de reconhecer e retribuir tudo o que o astro deu ao país.

«Creio que temos de lhe agradecer. O que mais lhe vamos pedir, com tudo o que fez? Cumpriu com tudo o que ele sonhava e com tudo o que nós sonhávamos», afirmou o atual presidente do Boca Juniors. Riquelme colocou ainda a longevidade do camisola 10 num patamar único na modalidade: «Não sei se será o melhor de todos os tempos, mas está logo ali. Nunca um jogador de futebol conseguiu ser o melhor durante tantos anos, é incrível.»

O antigo internacional albiceleste lembrou o caminho acidentado percorrido por Messi até à consagração máxima pelo seu país, superando momentos duros antes dos triunfos que culminaram nas Copas América e no Campeonato do Mundo de 2022. «Merece todo o amor que os argentinos lhe estão a dar, porque deu o corpo ao manifesto, sofreu muito, no início custou a vencer e, no final, conseguiu tudo. No final, Ele lá em cima foi justo com ele e isso é maravilhoso. Agora é dar-lhe carinho, dar-lhe amor, que é o que ele merece, e agradecer-lhe por tudo o que fez pelo futebol argentino e pelo futebol em si, porque é amado em todo o planeta», vincou.

Riquelme e Messi partilharam balneário na seleção principal entre 2005 e 2009 e integraram a equipa que conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim em 2008. O líder xeneize recordou a forte amizade que mantém com ‘La Pulga’, que marcou presença no seu jogo de despedida em 2023, na Bombonera: «Falo sempre com ele, temos uma relação muito bonita. Ele gosta muito de mim e eu gosto muito dele. Teria adorado jogar mais futebol ao seu lado, mas tive a sorte de o fazer e isso é único. O carinho e o respeito que temos um pelo outro são o mais importante.»

A terminar, Riquelme defendeu que o avançado deve seguir a carreira nos Estados Unidos, ao serviço do Inter Miami, afastado do desgaste do futebol local. «O melhor é continuar nos Estados Unidos e pertencer a todos os adeptos do futebol argentino. Que desfrute de jogar à bola até ao dia em que tiver vontade», concluiu.

Baseado em: Record Internacional

Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do É Golo

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