Aursnes e a braçadeira no Benfica: «É uma honra»
Fredrik Aursnes assumiu a braçadeira de capitão do Benfica após a saída de Otamendi e garantiu que o grupo não escolhe competições, antes do embate desta quinta-feira com o Omonia, no Chipre, a contar para a terceira jornada da Liga Europa.
Em conferência de imprensa antes da viagem, o internacional norueguês explicou como encara a nova função no balneário encarnado. «Ser capitão é algo um pouco novo para mim, mas não quero mudar nem ser algo que não sou. Tento ser natural e eu próprio, sabendo que é mais responsabilidade. É uma honra ser um dos capitães do Benfica», afirmou o médio, que também apontou a influência de João Palhinha como elemento de peso no grupo desde a sua chegada.
Questionado sobre as ambições da época, Aursnes afastou qualquer gestão de prioridades entre as provas nacionais e a campanha europeia. Para o jogador, a exigência passa por responder em todas as frentes, rejeitando colocar a Liga à frente do torneio continental: «Acho que gostaríamos de nos sair bem em ambas, por isso não sinto que priorizemos uma ou outra. Sinto que conseguimos gerir bem ambas.»
Pela frente, as águias vão encontrar um adversário que soma seis pontos nas duas primeiras jornadas da prova, depois de ter batido o Celta. Aursnes elogiou o trabalho do compatriota Henning Berg no comando dos cipriotas e detalhou ainda a sua adaptação posicional no corredor direito, onde procura dar chegada entre linhas e combinar com Alex Bah e Dodi Lulebakio.
Baseado em: A Bola Benfica
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do É Golo
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