Rúben Dias e Francesco Farioli em confusão no túnel ao intervalo do FC Porto-Manchester City
O intervalo da partida entre o FC Porto e o Manchester City, a contar para a jornada inaugural da fase de liga da Liga dos Campeões, ficou marcado por momentos de forte crispação no túnel de acesso aos balneários do Estádio do Dragão. O capitão dos ingleses, o internacional português Rúben Dias, e o treinador dos dragões, Francesco Farioli, estiveram no centro do desentendimento.
A tensão acumulou-se ainda durante os primeiros 45 minutos, alimentada por decisões de arbitragem muito contestadas pelos azuis e brancos. Em causa esteve, sobretudo, um lance em que Marc Guéhi atingiu Gabri Veiga com o cotovelo no rosto, deixando o médio portista a sangrar sem que o árbitro Szymon Marciniak tivesse exibido sanção disciplinar, bem como os pedidos de um segundo cartão amarelo para Josko Gvardiol antes do descanso.
Segundo relatos avançados pela imprensa britânica, a revolta transbordou para os corredores logo após o apito para o intervalo. Dirigentes e elementos do FC Porto terão empurrado o guarda-redes suplente dos citizens, Marcus Bettinelli, desencadeando um confronto alargado entre elementos das duas comitivas. Nesse momento, Rúben Dias terá chegado a colocar as mãos no peito de Francesco Farioli durante uma troca agressiva de palavras, obrigando as equipas de segurança de ambos os clubes e a própria equipa de arbitragem a intervir para separar os intervenientes.
Em conferência de imprensa após o triunfo do Manchester City por 2-0 — com dois golos apontados por Erling Haaland —, Enzo Maresca afirmou não ter assistido diretamente ao tumulto, mas não poupou críticas à postura dos anfitriões. «Podem perguntar o que quiserem, mas quantas vezes me viram a mim, ao meu banco ou aos rapazes que trabalham comigo a levantar-se do banco? Zero, durante 95 minutos. Quantas vezes viram o banco deles? Portanto…», atirou o técnico, admitindo conversar com Rúben Dias sobre o sucedido.
Por seu turno, Francesco Farioli considerou que a arbitragem teve impacto direto no rumo da partida devido aos lances capitais da primeira metade. O técnico italiano sublinhou que Guéhi deveria ter sido expulso e que a oportunidade de disputar a segunda parte em superioridade numérica «poderia ter mudado as coisas», preferindo, contudo, virar já o foco para os próximos compromissos da equipa portista.
Baseado em: A Bola Internacional
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do É Golo
A bancada diz.
Inicia sessão para gritar com a bancada.
A carregar comentários…
Em resposta a
Em resposta a
Em resposta a