Enzo Maresca reage à tensão entre Rúben Dias e FC Porto: «Quantas vezes viram o banco deles a levantar-se?»
O embate entre o FC Porto e o Manchester City, referente à jornada inaugural da Liga dos Campeões e que terminou com a vitória da formação inglesa por 2-0 no Estádio do Dragão, ficou marcado por momentos de grande tensão dentro e fora das quatro linhas. No rescaldo da partida, Enzo Maresca foi confrontado com os incidentes ocorridos no túnel de acesso aos balneários ao intervalo e optou por responder com um contraste direto entre o comportamento de ambas as equipas técnicas.
«Podem perguntar o que quiserem, mas quantas vezes me viram a mim, ou ao meu banco, ou aos rapazes que trabalham comigo, a levantar-se do banco? Zero, durante 95 minutos. Quantas vezes viram o banco deles?», atirou o técnico dos citizens na conferência de imprensa, desvalorizando a dimensão do sucedido e salientando a postura dos seus adjuntos face à contestação permanente do lado azul e branco.
A agitação teve origem nos minutos finais da primeira metade, depois de protestos veementes do banco dos dragões motivados por uma entrada dura de Marc Guéhi sobre Gabri Veiga — lance no qual foi pedida a expulsão do defesa britânico — e por uma falta subsequente de Josko Gvardiol, já amarelado. As queixas transbordaram para o túnel assim que Szymon Marciniak apitou para o descanso, momento em que o ambiente azedou com relatos de empurrões envolvendo o guarda-redes suplente Marcus Bettinelli, o capitão Rúben Dias, o treinador portista Francesco Farioli e dirigentes da estrutura dos dragões, como Tiago Madureira e Henrique Monteiro.
Apesar de apontar o dedo à agitação gerada pelo banco adversário, Enzo Maresca garantiu que não presenciou diretamente a altercação no corredor para os balneários e admitiu que terá uma conversa com Rúben Dias para clarificar os acontecimentos.
Baseado em: Record Internacional
Redigido com apoio de IA · revisto pela redacção do É Golo
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