Relato do jogo.
Resultado final: Chelsea 2–2 Hull City.
Hull City
Hull City
Sai Estêvão, entra Pedro Neto.
Sai Maxence Lacroix, entra Wesley Fofana.
Sai Brooke Norton-Cuffy, entra Lewie Coyle .
Sai Robinio Vaz, entra Oli McBurnie.
Chelsea
Sai Danny Welbeck, entra Malo Gusto.
Sai Valentín Barco, entra Roméo Lavia.
Sai Tim Iroegbunam, entra Matt Crooks.
Assistência de Cole Palmer.
Sai Mohamed-Ali Cho, entra Mohamed Belloumi.
Sai Sorba Thomas, entra Elliot Stroud.
Sai Lucas Herrington, entra Nobel Mendy.
Hull City
Hull City
Sai Pep Chavarría, entra Jorrel Hato.
Assistência de Oli McBurnie.
Assistência de Ryan Giles.
Hull City
Assistência de João Pedro.
Onzes iniciais.
Chelsea
- 1 Damián Emiliano Martínez
- 3 Wesley Fofana
- 6 Levi Samuels Colwill
- 7 Pedro Lomba Neto
- 9 João Pedro Junqueira de Jesus
- 10 Cole Palmer
- 17 Morgan Rogers
- 21 Jorrel Hato
- 24 Reece James
- 27 Malo Gusto
- 45 Roméo Lavia
Suplentes
- 4 Valentín Barco
- 5 Maxence Lacroix
- 11 Jamie Bynoe-Gittens
- 18 Daniel Nii Tackie Mensah Welbeck
- 23 Geovany Tcherno Quenda
- 29 Josep María Chavarría Pérez
- 34 Joshua Kofi Acheampong
- 39 Mike Penders
- 41 Estêvão Willian Almeida de Oliveira Gonçalves
Hull City
- 2 Lewie Coyle
- 3 Ryan Giles
- 6 Oluwasemilogo Adesewo Ibidapo Ajayi
- 9 Oliver McBurnie
- 10 Mohamed Elbachir Belloumi
- 15 John Egan
- 19 Konstantinos Tzolakis
- 21 Elliot Stroud
- 25 Matty Crooks
- 27 Regan Slater
- 32 Nobel Mendy
Suplentes
- 7 Sorba Thomas
- 12 Dillon Phillips
- 18 Brooke Dion Nelson Norton-Cuffy
- 22 Lucas Herrington
- 23 Matt Targett
- 29 Lucas Gourna Douath
- 42 Tim Iroegbunam
- 47 Robinio Vaz
- 50 Mohamed-Ali Cho
Resumo.
Belloumi assusta Stamford Bridge, mas João Pedro garante empate ao Chelsea
Num duelo eletrizante a contar para a 4.ª jornada da Premier League, o Chelsea e o Hull City empataram a duas bolas (2-2) no relvado de Stamford Bridge. O encontro teve contornos de pura emoção do primeiro ao último minuto, apresentando um confronto de estilos bem vincado entre o caudal ofensivo da formação londrina e a extrema eficácia das transições do coletivo visitante. Perante bancadas atentas na capital inglesa, o desfecho acabou por premiar a coragem do Hull City e a capacidade de resposta dos homens da casa.
A crónica desta partida fica marcada por reviravoltas e golos de belo efeito, num resultado que espelha a combatividade trazida para o terreno de jogo. A turma comandada por Xabi Alonso assumiu as despesas desde o apito inicial, mas encontrou pela frente uma formação orientada por Sergej Jakirović extremamente perigosa no contra-ataque e capaz de responder a cada investida adversária com pragmatismo cirúrgico.
O filme do jogo
A partida começou da melhor forma para os anfitriões. Logo aos 7 minutos, Morgan Rogers inaugurou o marcador para o Chelsea, finalizando após uma assistência precisa de João Pedro para estabelecer o 1-0. A vantagem inicial parecia antever uma tarde tranquila em Londres, contudo o Hull City reagiu com bravura. Aos 28 minutos, Ryan Giles desenhou a jogada que permitiu a Mohamed Belloumi restabelecer a igualdade, surpreendendo a defensiva londrina. A reviravolta dos forasteiros consumou-se pouco depois, aos 34 minutos, novamente pelo inevitável Mohamed Belloumi, desta feita servido por Oli McBurnie, fixando o surpreendente 1-2 com que as equipas recolheram aos balneários.
Para o segundo tempo, o técnico do Chelsea operou mudanças imediatas, lançando Pep Chavarría ao minuto 46 para o lugar de Jorrel Hato, procurando maior largura e segurança. A pressão londrina acentuou-se, mas foi aos 66 minutos que a persistência deu frutos: Cole Palmer serviu João Pedro, que assinou o golo do 2-2 com frieza na grande área. A partir daí, o jogo tornou-se ainda mais disputado a nível físico e tático. Jakirović e Alonso esgotaram as suas opções através de várias substituições, mas, apesar do cerco do Chelsea nos instantes finais, o bloco defensivo do Hull City resistiu estoicamente até ao apito final.
Os números do jogo
A análise estatística ajuda a compreender a toada dos noventa minutos. O Chelsea teve um domínio avassalador da bola, registando 68% de posse e completando 479 passes em 553 tentados, uma precisão de 87% que ilustra a paciência na construção. Ainda assim, essa circulação esbarrou num Hull City vertical e perigoso, que chegou mesmo a somar mais remates totais (13 contra 12 dos londrinos), embora o Chelsea tenha colocado sete tiros na direção da baliza, obrigando o guarda-redes Konstantinos Tzolakis a cinco defesas determinantes.
Os lances de bola parada também evidenciaram o cerco dos visitados, que conquistaram dez pontapés de canto contra apenas quatro do adversário. Na vertente disciplinar, o Hull City recorreu a uma postura mais agressiva para travar os ataques contrários, cometendo 12 faltas e vendo cinco cartões amarelos (mostrados a McBurnie, Egan, Crooks, Iroegbunam e Norton-Cuffy), enquanto a equipa de Xabi Alonso registou apenas uma admoestação, exibida a Valentín Barco perto do apito final.
O que fica
O apito final deixa sensações divididas em Stamford Bridge. Para o Chelsea, o empate tem sabor a oportunidade perdida em casa, apesar da importante reação coletiva na segunda parte para evitar um desaire. Individualmente, João Pedro e Morgan Rogers continuam em grande plano no ataque londrino, mantendo-se ambos no topo da lista dos melhores marcadores da liga, agora com quatro golos cada na presente edição do campeonato.
Por sua vez, o Hull City sai de Londres com motivos para sorrir, conquistando um ponto de enorme prestígio graças à inspiração de Mohamed Belloumi e a uma exibição de tremendo sacrifício defensivo. A disciplina tática montada pelo seu treinador serviu para travar um dos candidatos mais cotados da Premier League e provar a competitividade da prova.
Ler a antevisão
Chelsea e Hull City medem forças na 4.ª jornada da Premier League
O Chelsea recebe o Hull City este sábado, 12 de Setembro de 2026, às 15:00, no emblemático relvado de Stamford Bridge, em Londres, num encontro a contar para a 4.ª jornada da Premier League. As duas formações chegam a este embate separadas por apenas um ponto na tabela classificativa e instaladas nos lugares nobres da tabela, antecipando uma partida disputada entre dois projetos com ambições vincadas neste arranque de época.
Equipas coladas no topo da Premier League
O Hull City entra nesta jornada a surpreender na 3.ª posição da Premier League, somando sete pontos em três partidas resultantes de duas vitórias e um empate. O grande trunfo da formação orientada por Sergej Jakirović reside na solidez defensiva, mantendo um registo imaculado com três golos marcados e nenhum sofrido. Logo atrás, no 4.º lugar, surge o Chelsea com seis pontos (duas vitórias e uma derrota). O conjunto liderado por Xabi Alonso tem protagonizado encontros vibrantes: apontou oito golos — tendo no avançado João Pedro uma das figuras com dois remates certeiros na liga —, mas consentiu sete tentos, apresentando uma diferença positiva de um golo.
Ausências e onzes de Xabi Alonso e Sergej Jakirović
Para este desafio caseiro, Xabi Alonso monta o Chelsea num 3-4-2-1, alinhando com Emiliano Martínez na baliza; Wesley Fofana, Maxence Lacroix e Levi Colwill no trio de centrais; Reece James, Jorrel Hato, Roméo Lavia e Pedro Neto no meio-campo; Cole Palmer e Morgan Rogers no apoio ao ponta de lança João Pedro. Os londrinos têm de lidar com as ausências de Moisés Caicedo, Valentín Barco, Marco Palestra e Jordan Henderson, este último devido a uma fratura no antebraço.
Do lado visitante, Sergej Jakirović estrutura o Hull City num consistente 5-4-1, tendo Konstantinos Tzolakis entre os postes; Semi Ajayi, John Egan e Nobel Mendy no centro da defesa, ladeados pelos alas Lewie Coyle e Ryan Giles; Regan Slater e Lucas Gourna-Douath no miolo; Elliot Stroud e Mohamed Belloumi no apoio ofensivo a Oli McBurnie. O boletim clínico dos visitantes está sobrecarregado, com as baixas confirmadas de Eliot Matazo (rotura de ligamentos), Jens Hjertø-Dahl, Darko Gyabi, Joe Gelhardt, Charlie Hughes, Ilyas Ansah e Abdülkadir Ömür.
Prognóstico para o embate em Stamford Bridge
O modelo estatístico atribui o favoritismo ao Chelsea, com 60% de probabilidade de vitória em sua casa. O empate surge avaliado em 22%, restando 18% de probabilidades para um triunfo do Hull City. Adicionalmente, as projeções apontam uma probabilidade de 57% para que o encontro registe mais de 2,5 golos, colocando à prova a até agora impenetrável defesa dos visitantes perante o prolífico ataque londrino.
Momentos-chave.
Morgan Rogers faz o 1–0.
Mohamed Belloumi faz o 1–1.
João Pedro fixa o 2–2.
Calendário.
Os últimos e os próximos jogos das duas equipas.
Últimos 3
Próximos 3
Probabilidades do modelo da SportMonks.
O QUE O MODELO ESPERA
Resultado mais provável 1–0 10%
Resultado
Dupla hipótese
- Chelsea ou empate 82%
- Qualquer vencedor (sem empate) 78%
- Empate ou Hull City 41%
Intervalo / Final (3 mais prováveis)
- Chelsea / Chelsea 41%
- Empate / Chelsea 18%
- Empate / Empate 13%
Vencedor da 1.ª parte
- Chelsea 48%
- Empate 37%
- Hull City 16%
Quem marca primeiro
- Chelsea 67%
- Ninguém marca 5%
- Hull City 28%
Golos
- Mais de 1,5 golos 79%
- Mais de 2,5 golos 57%
- Mais de 3,5 golos 35%
- Mais de 4,5 golos 22%
- Ambas marcam 55%
Golos por equipa
- Chelsea marca 84%
- Chelsea: mais de 1,5 golos 57%
- Chelsea: mais de 2,5 golos 31%
- Chelsea: mais de 3,5 golos 14%
- Hull City marca 55%
- Hull City: mais de 1,5 golos 23%
- Hull City: mais de 2,5 golos 7%
- Hull City: mais de 3,5 golos 2%
Cantos
- Mais de 4 cantos 96%
- Mais de 5 cantos 92%
- Mais de 6 cantos 86%
- Mais de 7 cantos 78%
- Mais de 8 cantos 67%
- Mais de 9 cantos 56%
Previsões · Sportmonks
Jogo terminado
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Prognósticos da Comunidade
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